Fonte: PortalKatyPerry
Há
momentos na vida que, se pudéssemos, deixaríamos num eterno repeat, não é? Aqueles dias em que tudo
parece tão incrível que é até difícil de acreditar. Para mim, esses momentos
são os vividos em shows.
Compramos o ingresso com meses de antecedência, ouvimos nossos pais falando o quanto somos bobos porque choramos em frente ao computador vendo vídeos, contamos os dias para ver nosso artista preferido e, quando o dia finalmente chega, não nos importamos de torrar debaixo de um sol forte, ou tremer em meio a uma chuva torrencial.
Gargalhamos e mordemos o cantinho da unha de ansiedade; fazemos novos amigos e abraçamos e agradecemos a companhia dos velhos amigos. Corremos feito retardados para conseguir o melhor lugar, e quase morremos de sede enquanto aguardamos o carinha das bebidas passar perto da gente.
Mas quando as luzes se apagam e o show começa nada mais importa. Esquecemos as dores no joelho, o calor que passamos, a fome e a sede – e até aquela vontade chatinha de fizer xixi. Nesse momento o que nos toma é um sentimento tão doido que é até difícil descrever; é uma mistura de ansiedade, empolgação, falta de ar, frio na barriga e uma alegria tão grande que faz os olhos lacrimejarem.
Eu não tenho uma vasta coleção de ingressos de show (ainda), mas posso dizer que os ingressos que tenho no armário são de shows absurdamente incríveis, os quais assisti com pessoas igualmente incríveis e especiais. Dessa vez minha companhia foi a senhorita Mariana – sim, essa outra graça que também escreve por aqui. Quem fomos assistir? A #MortaLinda Katy Perry, num show colorido, carismático e divertidíssimo, com direito a sol, chuva, posto médico e fireworks.
Sim, sim, posto médico, porque esta aqui que vos escreve teve um pequeno ataque de pânico quando se viu em meio a toda aquela multidão, mas nada de grave aconteceu. Logo fomos liberadas para aproveitar o show da melhor maneira possível, e posso dizer que nunca vi um estádio tão bonito com todas aquelas luzes de celulares e balões brancos.
Acho que o momento mais emocionante dessa minha vida de shows foi quando ouvi Adam Levine cantando Makes Me Wonder ao vivo, três anos atrás. No dia seguinte tudo o que eu conseguia fazer era chorar, ainda sem acreditar que tinha visto minha banda preferida ao vivo. Dessa vez, minha caixinha de momentos inesquecíveis vai ganhar um posto médico, e a lembrança de cantar Teenage Dream feito doida.
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Aproveito para deixar registrado aqui as minhas desculpas
para Mariana por estarmos no posto médico na hora de Wide
Awake. Sorry baby, but, no regrets, just love!!
Publicado por Beatriz.
Publicado por Beatriz.
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